Caros amigos e amigas,
No post de ontem falei sobre o que é o amor. Hoje gostaria de continuar onde fiquei… e dar enfase à importância de cultivar o amor!
Como podemos cultivar esse amor? Como podemos chegar a essa fonte de amor absoluto? A Meditação e o Yoga ensinam-nos técnicas e ferramentas que nos ajudam a remover os filtros que limitam o nosso grande amor interno. Estas técnicas têm o poder de transformar todos os venenos da mente em força e liberdade da mente.
Ao longo destes últimos 3 anos foram estas duas práticas – Vinyasa Yoga/Lu Jong e Meditações Tantricas – que me ajudaram a reconectar com a fonte de amor. Na minha perspectiva, ambas se complementam e cultivam o sentimento de interdependência. Aquele sentimento de que todos fazemos parte da existência universal e de que somos inseparáveis. Ambas se baseiam na ideia que a melhor forma de cortar o ego, é começar a sentirmo-nos mais no momento presente, com uma mente mais clara e atenta. Primeiro começamo-nos a sentir mais centrados, enraizados, ao mesmo tempo que a mente fica menos poluida… só assim o nosso coração vence os nossos pensamentos e todas as nossas dúvidas, limitações, medos, bloqueios se dissolvem no grande oceano do amor!
Já no próximo fim-de-semana irei, juntamente com a minha amiga e adorável Jutta, realizar o retiro na Natureza em que o tema será: Retiro para Abrir o Corpo e o Coração! Lembrem-se que o nosso corpo é o veículo da mudança!
Nos meus retiros o principal objectivo será sempre: desintoxicar e libertar as tensões físicas e emocionais, desenvolver força interna e transformar o corpo e a mente, desde o nosso centro mais interno. Como os retiros são realizados num espaço no meio da Natureza, mais rapidamente podemos sentir o nosso centro, a nossa essência e, assim, mais facilmente nos abrirmos, com equilíbrio e harmonia, a novas experiências.
O retiro começa no sábado e termina domingo ao final da tarde. Vejam o programa aqui. O preço do retiro é de apenas 130€ para quem fica em quarto partilhado (já só há 2 vagas) e de 100€ para quem fica a dormir na sala de prática (trazer saco-cama) com todas as refeições incluidas.
A nossa chama interna de amor está muito pequena e em muitos casos, completamente apagada. Requer algum esforço e dedicação reacendê-la e intensificá-la… mas como vale a pena!!!
Com todo o meu entusiasmo e dedicação,
Ana Taboada

